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O exagero no consumo de álcool pode causar malefícios como arritmia, infarto, parada cardíaca e morte súbita

O período de férias é considerado por muitos o “período dos excessos”, incluindo o de consumo de bebidas alcoólicas, por conta da quantidade de viagens e confraternizações. O que muita gente não sabe é que este exagero pode fazer mal à saúde do coração. De acordo com um estudo publicado pelo Journal of the American College of Cardiology, beber em excesso pode aumentar os riscos de infarto mesmo em pessoas sem histórico familiar ou outros fatores de risco.

Ainda que existam pesquisas que apontem benefícios no consumo diário de bebidas alcoólicas, como vinho e cerveja, tais benefícios são observados quando o consumo é moderado e dentro de um contexto saudável, em que a pessoa pratica atividades físicas e mantém uma alimentação equilibrada. “As pessoas costumam justificar o consumo de bebida alcoólica com estas informações, o que é muito perigoso. Em excesso, o álcool não faz bem nem para a saúde física, nem para a mental”, garante Dra. Edna Oliveira, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor).

Nesta época do ano é comum, inclusive, acontecerem mais casos e mais baixas em prontos-socorros por conta de arritmias cardíacas. Nos Estados Unidos, o fenômeno foi batizado de Holiday Heart Síndrome, o inglês para Síndrome Cardíaca do Feriado. “Após feriados, festas de fim de ano e muitas comemorações, quando geralmente as pessoas exageram, a entrada de pacientes com palpitações e fibrilação arterial aumenta consideravelmente nos hospitais”, conta a especialista.

Porque faz mal?

Muito dos males que o álcool causa ao coração se deve à miocardiopatia alcoólica, dano causado às células musculares cardíacas quando se ingere bebidas em grandes quantidades e em um curto espaço de tempo. “Além disso, também já foi observado o enrijecimento das artérias que distribuem o sangue pelo organismo. Quadros como esses podem ocasionar infartos e até mortes súbitas. É importante ficar atento”, explica Dra. Edna.

As arritmias são doenças que também podem ser ocasionadas pelo hábito de consumir bebidas alcoólicas em quantidades elevadas. “Casos de alcoolismo muito intenso alteram muito o ritmo dos batimentos cardíacos. Caso oscile demais, pode ocasionar até uma parada cardíaca. Quando as pessoas vão para festas e bebem demais, elas não têm noção do mal que podem estar fazendo a si mesmas”, garante a cardiologista.

Como evitar?

Mesmo com tantos riscos, a profissional garante que não é preciso cortar completamente o álcool para evitar este tipo de problema. A chave do sucesso, neste caso, é o bom senso. “Basta não exagerar e pensar na diversão e bem estar a longo prazo. Se divertir, inclusive, faz muito bem para a saúde, mas com responsabilidade”, finaliza.

 Publicado por 20 de janeiro de 2019
 O exagero no consumo de álcool pode causar malefícios como arritmia, infarto, parada cardíaca e morte súbita
 
 

O período de férias é considerado por muitos o “período dos excessos”, incluindo o de consumo de bebidas alcoólicas, por conta da quantidade de viagens e confraternizações. O que muita gente não sabe é que este exagero pode fazer mal à saúde do coração. De acordo com um estudo publicado pelo Journal of the American College of Cardiology, beber em excesso pode aumentar os riscos de infarto mesmo em pessoas sem histórico familiar ou outros fatores de risco.
Ainda que existam pesquisas que apontem benefícios no consumo diário de bebidas alcoólicas, como vinho e cerveja, tais benefícios são observados quando o consumo é moderado e dentro de um contexto saudável, em que a pessoa pratica atividades físicas e mantém uma alimentação equilibrada. “As pessoas costumam justificar o consumo de bebida alcoólica com estas informações, o que é muito perigoso. Em excesso, o álcool não faz bem nem para a saúde física, nem para a mental”, garante Dra. Edna Oliveira, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor).
Nesta época do ano é comum, inclusive, acontecerem mais casos e mais baixas em prontos-socorros por conta de arritmias cardíacas. Nos Estados Unidos, o fenômeno foi batizado de Holiday Heart Síndrome, o inglês para Síndrome Cardíaca do Feriado. “Após feriados, festas de fim de ano e muitas comemorações, quando geralmente as pessoas exageram, a entrada de pacientes com palpitações e fibrilação arterial aumenta consideravelmente nos hospitais”, conta a especialista.

 

Porque faz mal?
Muito dos males que o álcool causa ao coração se deve à miocardiopatia alcoólica, dano causado às células musculares cardíacas quando se ingere bebidas em grandes quantidades e em um curto espaço de tempo. “Além disso, também já foi observado o enrijecimento das artérias que distribuem o sangue pelo organismo. Quadros como esses podem ocasionar infartos e até mortes súbitas. É importante ficar atento”, explica Dra. Edna.
As arritmias são doenças que também podem ser ocasionadas pelo hábito de consumir bebidas alcoólicas em quantidades elevadas. “Casos de alcoolismo muito intenso alteram muito o ritmo dos batimentos cardíacos. Caso oscile demais, pode ocasionar até uma parada cardíaca. Quando as pessoas vão para festas e bebem demais, elas não têm noção do mal que podem estar fazendo a si mesmas”, garante a cardiologista.


Como evitar?
Mesmo com tantos riscos, a profissional garante que não é preciso cortar completamente o álcool para evitar este tipo de problema. A chave do sucesso, neste caso, é o bom senso. “Basta não exagerar e pensar na diversão e bem estar a longo prazo. Se divertir, inclusive, faz muito bem para a saúde, mas com responsabilidade”, finaliza.

Síndrome do Fim do Ano: como o período de festas pode afetar a saúde do coração Estudos apontam que na época do fim do ano casos de ansiedade e depressão aumentam e trazem consigo males à saúde cardiovascular Contagem regressiva para 2019. Enquanto a época das festas de fim de ano deixa uma parte da população mais feliz e cheia de esperanças para o início de um novo ciclo, outra parte é tomada por sentimentos como ansiedade, tristeza e melancolia.

Síndrome do Fim do Ano ou dezembrite -

Estudos apontam que na época do fim do ano casos de ansiedade e depressão aumentam e trazem consigo males à saúde cardiovascular

Contagem regressiva para 2019. Enquanto a época das festas de fim de ano deixa uma parte da população mais feliz e cheia de esperanças para o início de um novo ciclo, outra parte é tomada por sentimentos como ansiedade, tristeza e melancolia.

Segundo uma pesquisa da International Stress Management Association, o estresse individual aumenta 75% e atinge 80% da população no período que vai da última semana de novembro até o fim de dezembro.

Por isso, nos prontos-socorros há aumento dos casos relacionados à ansiedade e depressão.

 

Síndrome do Fim do Ano ou dezembrite

O fenômeno, que é conhecido como “Síndrome do Fim do Ano” ou “dezembrite”, pode afetar não só o emocional, mas também o fisiológico. De acordo com o cardiologia do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Dr. Henrique Maia, o responsável por isso é o hormônio que estes sentimentos liberam no organismo.

 

“Estados emocionais como esses liberam cortisol no sangue. Níveis elevados deste hormônio causam aumento da frequência cardíaca e do nível de açúcar no sangue, diminuição da produção de insulina e constrição dos vasos sanguíneos. Isso pode trazer problemas como diabetes, hipertensão, infarto e derrames”, explica.

 

Por conta disso, o especialista garante que não basta só cuidar do corpo, é importante também cuidar da mente. A dica serve para quem é fisiologicamente saudável e, principalmente, para quem já tem alguma doença cardíaca.

“Os pacientes reagem às doenças cardíacas de formas diferentes. É comum que apareçam mecanismos de defesa como negação, deslocamento ou agressividade. O acompanhamento psicológico é de grande ajuda, tanto no processo de aceitação do problema de saúde, tanto na melhora da adesão ao tratamento, que nem sempre é simples”, relata Dr. Henrique.

 

Síndrome do Fim do Ano ou dezembrite – Porque isso acontece?

Afinal, porque uma época que carrega uma tradição tão positiva causa, para alguns, sentimentos prejudiciais? De acordo com a psicóloga do corpo clínico do ICTCor, Marianna Cruz, isso se dá pelo simbolismo de fechamento de ciclo, que traz reflexões do desempenho e aproveitamento que cada pessoa fez do seu tempo.

 

“Se a pessoa não viveu dentro de seu propósito de realizações, é comum que ela entre em um ciclo de autocobrança intensa. A insatisfação mina as energias e prejudica a autoconfiança e autoestima das pessoas. Esse processo costuma acontecer também em vésperas de aniversário”, relata.

 

 Síndrome do Fim do Ano ou dezembrite – Como evitar?

Uma vez que é inevitável passar por esta época do ano, como blindar o coração dos males que algum desequilíbrio psicológico pode vir a trazer para ele?

Marianna recomenda o desenvolvimento de uma postura mais respeitosa, amorosa e compreensiva consigo mesmo.

“É importante entender que a autocobrança não é uma qualidade. Ela impede que nós façamos mudanças e reconheçamos o que temos de bom, nossas conquistas”, garante a psicóloga, que compara a prática da autocobrança com andar em um carro com o freio de mão puxado.

Ainda segundo a especialista, o primeiro passo para isso é ser grato. “A gratidão é uma das forças fundamentais para o fortalecimento da saúde emocional do ser humano.

O hábito de agradecer traz bem-estar, aumenta a autoestima e, consequentemente, traz forças para gerar mudanças. Respeite suas limitações, se valorize e agradeça pequenas conquistas”, indica.

Para finalizar, Marianna ressalta a importância de procurar um profissional. “Caso a pessoa não consiga colocar isso em prática sozinha, a psicoterapia é extremamente indicada”, garante, reafirmando que o acompanhamento psicológico é essencial, principalmente para os cardiopatas.

“Passar por momentos emocionalmente difíceis pode agravar bastante quadros de doenças cardíacas, mesmo naqueles pacientes que mantenham hábitos saudáveis. É preciso ter um equilíbrio entre mente e corpo, com acompanhamento cardiológico e psicológico”, recomenda.

 

ICTCor na mídia

 

Síndrome do Fim do Ano? Dezembrite? A psicóloga Marianna Cruz e o cardiologista Thomas Osterne, especialistas do ICTCor, marcaram presença no programa Transamerica 360 de hoje, 18/12. Os profissionais explicaram um pouco mais de como os sentimentos de autocobrança e melancolia, muito comuns nesta época do ano, podem afetar à saúde do coração.

 

 

ICTCor na mídia  

A Rede CNT veio ao ICTCor gravar uma matéria falando sobre a Síndrome do Fim

do Ano e como os sentimentos de melancolia e autocobrança podem afetar à saúde

do coração. Quer saber mais? A matéria vai ao ar hoje, 14/12, às 22h15 no CNT Jornal.

 

  

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