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Até o dia 29 de agosto, acontece em Munique na Alemanha, o Congresso ESC 2018. O maior congresso de cardiologia do mundo, promovido pela sociedade Europeia de Cardiologia, tem a participação de renomados especialistas mundialmente conhecidos e aborda as principais novidades e estudos científicos da área. Para conferir tudo o que está acontecendo por lá, o ICTCor está sendo representado pela médica do seu corpo clínico, Dra. Edna Oliveira, especialista em Eletrofisiologia Clínica Invasiva e Fellow da Sociedade Europeia de Cardiologia. Entre as mais importantes pesquisas apresentadas, Dra. Edna destaca o estudo sobre fibrilação atrial.  

 

Dr. Renault Ribeiro, presidente da SBC Centro-Oeste, e Dra. Edna Oliveira, especialista do ICTCor.

No Dia Nacional de Combate ao Fumo, saiba quais são os principais riscos que o tabagismo traz ao coração e as formas de largar o hábito

Com o maior acesso à informação e uma nova consciência construída ao longo dos anos, o número de pessoas que fumam cigarro caiu significativamente. O que um dia já foi sinônimo de ser descolado e era permitido em todos os lugares, até mesmo aviões, hoje é um hábito fortemente combatido. Porém, o cenário ainda não é o ideal: de acordo com uma pesquisa publicada ano passado na revista médica The Lancet, quase 20 milhões de brasileiros ainda fumam regularmente. Como parte da luta contra o tabagismo, dia 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Fumo.

Dentre os diversos males causados pelo cigarro, como o câncer e os estragos ao pulmão, dentes e pele, o fumo é um dos maiores causadores de doenças cardiovasculares. De acordo com o Dr. Bruno Jardim, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), um dos motivos disso acontecer é que o cigarro agride as paredes que recobrem os vasos sanguíneos. “As artérias ficam mais vulneráveis e propensas ao acúmulo de gordura por conta da falta de óxido nítrico, substância protetora que tem sua produção inibida no processo”, explica.Outra razão é que o hábito acelera o processo de oxidação do colesterol, fazendo com que se forme a placa de aterosclerose, uma grande vilã quando o assunto é coração e conhecida como o “estopim” para um infarto do miocárdio. Mas não para por aí. Além disso, o fumo ainda interfere fortemente no processo de contração e relaxamento do órgão. Resultado? O sangue passa a ter grandes dificuldades para circular como deveria.  Se você ficou preocupado, a hora de parar é agora. “O tempo necessário para igualar os riscos de um ex-fumante aos de uma pessoa que nunca fumou é cerca de 10 anos”, aponta Dr. Bruno

Uma gota de veneno mata?

“Ah, doutor… Mas eu fumo tão pouco, não faz diferença”. E como faz! O certo é não fumar de forma alguma. De acordo com estudos publicados recentemente na revista BMJ, fumar apenas um cigarro por dia traz até metade dos riscos que fumar 20 cigarros por dia, o que é muito. Dentre os problemas que podem ser causados, se encontram, além do infarto, insuficiência coronariana, acidente vascular cerebral (AVC), aneurisma da aorta abdominal e desenvolvimento de arritmias graves.

Vale lembrar que também é importante pensar nos não fumantes que convivem com você, já que um fumante passivo corre os mesmos riscos do que os que acendem o cigarro. “Inalar a fumaça tóxica liberada pelo tabaco pode causar doenças pulmonares, irritações, sinusites, piora da saúde mental e até câncer”, explica o especialista. No caso das crianças, estar exposto a este tipo de situação pode inclusive afetar nos processos de relacionamento e aprendizagem.

Decidiu parar?

O primeiro passo é a decisão. Após isso, é importantíssimo procurar o tratamento ideal. A nicotina atua no sistema nervoso central e causa dependência, tentar sair dela sem suporte médico pode ser complicado. “Dores de cabeça, tonteira, irritabilidade, agressividade, alteração do sono e dificuldades de se concentrar são alguns dos sintomas da abstinência”, lista Dr. Bruno. Os possíveis tratamentos são diversos, mas uma dica geral para quem quer largar o vício é ajustar a alimentação e praticar exercícios físicos. “Isso ajuda muito no processo e evita que o paciente engorde, fato que acontece na maioria dos casos de pessoas que param de fumar”, finaliza.

 

 

Pesquisas apontam que as baixas temperaturas aumentam em até 30% as chances de infartos e outros problemas cardiorrespiratórios

 

O inverno chegou e, com ele, as baixas temperaturas. Muita gente até prefere o “friozinho” da estação, mas poucos sabem dos riscos que ele pode trazer à saúde. Estudos apontam que, em épocas com temperaturas menores que 14°, os casos de morte por infarto do miocárdio aumentam em 30%. De acordo com Dr. Bruno Jardim, cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga – ICTCor, o dado procede. “Quando os receptores nervosos da pele sentem o frio, estimulam a liberação de substâncias que contraem os vasos sanguíneos. Com isso, a pressão sanguínea aumenta, podendo levar à ruptura de placas de gordura no interior das artérias dentre outras complicações”, explica.

Além do infarto, o organismo pode reagir ao frio com outros problemas cardiovasculares, como angina, que é uma dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo que chega ao coração, arritmia e acidente vascular cerebral (AVC). Mas não há motivo para pânico. Segundo o especialista, os principais fatores de risco, mais que o frio, são casos de hipertensão, diabetes, alterações de colesterol e maus hábitos. “Má alimentação, sedentarismo e hidratação inadequada são mais importantes para aumentar o risco de doenças cardíacas do que as baixas temperaturas”, diz Dr. Bruno.

Como todo cuidado é pouco quando falamos de coração, o especialista dá algumas dicas para quem quiser evitar correr riscos por conta do inverno e se prevenir. “Manter o check-up cardiológico em dia, ter um estilo de vida mais saudável, ajustando alimentação e atividades físicas regulares são passos importantíssimos para evitar este tipo de problema”, recomenda. Sem contar, é claro, com o bom e velho casaco. Se agasalhar adequadamente nesta época do ano é essencial para diversos aspectos da saúde. Preparados para o inverno?


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