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DIA MUNDIAL DE COMBATE AO AVC: CONFIRA AS DICAS DE COMO EVITÁ-LO

Brasília, segunda-feira, 25 outubro, 2021

Dia Mundial de Combate ao AVC: confira as dicas de como evitá-lo

Crédito: Freepik.


Atualizado em: 25 outubro, 2021

Segunda maior causa de mortes no Brasil, os fatores de risco podem ser evitados e controlados para reduzir a vulnerabilidade pela doença

Alterações motoras, fraqueza de um lado do corpo; dificuldade para falar; perda de visão; distúrbio de linguagem e alteração no nível de consciência são alguns dos principais sintomas do acidente vascular cerebral (AVC), que é caracterizado quando os vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando a paralisia da área cerebral. Por isso é sempre bom ficar atento.

Conhecido popularmente como derrame, o AVC é a segunda maior causa de morte no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde. Para alertar sobre a importância da prevenção, tratamento e reabilitação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu o dia 29 de outubro como o Dia Mundial do Combate ao AVC.

O Neurocirurgião Vascular do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Eduardo Waihrich destaca que há diversos fatores de risco para o AVC, dentre eles alguns podem ser controlados ou mesmo evitados através de mudanças comportamentais que levem a hábitos de vida mais saudáveis.

“Obesidade, tabagismo, sedentarismo e doenças cardiovasculares são algumas condições de saúde que elevam o risco para o AVC e que podem ser prevenidas. Mas caso o AVC ocorra, é necessário identificar o seu tamanho, o de vasos pequenos nas primeiras quatro horas e meia é sempre válido medicação intravenosa no paciente. Quando a obstrução nos vasos é grande faz-se necessário o uso das terapias endovasculares, que é nossa especialidade no ICTCor”, disse o especialista.

O tempo de atendimento é fundamental para evitar sequelas graves. As sequelas do AVC variam conforme a região cerebral atingida. Os de menor intensidade praticamente não deixam sequelas. Enquanto os mais graves podem levar as pessoas à morte ou a um estado de absoluta dependência. Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início do AVC e o recebimento do tratamento necessário.

Por causa das sequelas da doença, a Sociedade Brasileira de Doenças Cerebrovasculares (SBDCV) pontua que cerca de 70% das pessoas acometidas por AVC não conseguem retomar as atividades profissionais, assim como metade dos pacientes perde a autonomia para realizar tarefas diárias. A instituição ainda alerta que, embora o AVC atinja mais frequentemente indivíduos com idade acima de 60 anos, tem crescido entre jovens e pode, inclusive, afetar crianças.

Formas de prevenir um AVC

• Fazer exercícios físicos regulares;
• Controlar os níveis de pressão arterial, glicemia e colesterol;
• Adotar hábitos alimentares saudáveis, com ingestão de mais vegetais: frutas, legumes e verduras, com • redução das carnes e gemas de ovos.
• Não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
• Manter uma rotina de check-up de saúde;
• Controlar o peso corporal;
• Fazer uso correto das medicações, conforme indicação médica.

 
Atenção! Tosse em excesso pode ser um sinal de problema no coração

Crédito: Freepik.


Atualizado em: 8 julho, 2021

A tosse cardíaca pode ser sinal de mau funcionamento do órgão ocasionado por insuficiência cardíaca

Você já ouviu falar em tosse cardíaca? Sim, ela existe e pode ser um indicativo de que há algo errado com a saúde cardiovascular do paciente. Apesar de, na maioria das vezes, ser associada a gripes, resfriados ou outros problemas pulmonares e respiratórios, a tosse também é um indício comum quando causada por agentes irritantes, que vão desde fumaça, gases e o uso de tabaco até a deglutição ou ingestão inadequada de bebidas e alimentos.

Contudo, conforme explica o cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Ernesto Osterne, a tosse relacionada ao coração muitas vezes passa despercebida. Chamada de tosse cardíaca, o problema pode ser considerado um sinal do mau funcionamento do órgão, ocasionado por insuficiência cardíaca.

“Geralmente o problema acontece quando o coração está debilitado e se torna incapaz de bombear adequadamente o sangue pelo corpo para o cumprimento de todas as funções. É normal o nosso corpo emitir sinais de que algo não vai bem e a tosse pode ser um indicativo. Por este motivo, cuidar e monitorar a saúde do coração é essencial”, pontua o especialista.

O médico ainda detalha que quando estamos com algum problema cardiovascular, o corpo pode enviar um alerta em forma de tosse, pois, ao deitar, ocorre um aumento do retorno de sangue para o coração, que aumenta a congestão pulmonar e estimula o ato de tossir.

Segundo Ernesto Osterne, algumas doenças cardíacas podem ser observadas por meio de sinais e sintomas, como por exemplo falta de ar, cansaço fácil, palpitações, inchaço nos tornozelos ou dor no peito.

“O nosso coração não fica só no peito. A gente costuma dizer que ele passeia por todo o organismo. Assim, os sintomas que indicam algum problema de coração podem ser manifestados em várias partes e vão muito além da dor no peito e da falta de ar”, alerta.

O médico pontua que as doenças cardiovasculares são tidas como silenciosas, mas que uma percepção mais aguçada do próprio corpo e uma rotina de cuidados médicos podem fazer com que sinais sutis sejam notados. Ele relembra que o cuidado com a saúde do coração deve ser preventiva, considerando os sintomas, por menores que sejam, para que o órgão possa executar, com eficácia, seu trabalho de levar sangue e nutrientes para todo o organismo.


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 Redação
oto/Imagem: Freepik


Você já ouviu falar em tosse cardíaca? Sim, ela existe e pode ser um indicativo de que há algo errado com a saúde cardiovascular do paciente. Apesar de, na maioria das vezes, ser associada a gripes, resfriados ou outros problemas pulmonares e respiratórios, a tosse também é um indício comum quando causada por agentes irritantes, que vão desde fumaça, gases e o uso de tabaco até a deglutição ou ingestão inadequada de bebidas e alimentos.

Contudo, conforme explica o cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Ernesto Osterne, a tosse relacionada ao coração muitas vezes passa despercebida. Chamada de tosse cardíaca, o problema pode ser considerado um sinal do mau funcionamento do órgão, ocasionado por insuficiência cardíaca.

“Geralmente o problema acontece quando o coração está debilitado e se torna incapaz de bombear adequadamente o sangue pelo corpo para o cumprimento de todas as funções. É normal o nosso corpo emitir sinais de que algo não vai bem e a tosse pode ser um indicativo. Por este motivo, cuidar e monitorar a saúde do coração é essencial”, pontua o especialista.

O médico ainda detalha que quando estamos com algum problema cardiovascular, o corpo pode enviar um alerta em forma de tosse, pois, ao deitar, ocorre um aumento do retorno de sangue para o coração, que aumenta a congestão pulmonar e estimula o ato de tossir.

Segundo Ernesto Osterne, algumas doenças cardíacas podem ser observadas por meio de sinais e sintomas, como por exemplo falta de ar, cansaço fácil, palpitações, inchaço nos tornozelos ou dor no peito.

“O nosso coração não fica só no peito. A gente costuma dizer que ele passeia por todo o organismo. Assim, os sintomas que indicam algum problema de coração podem ser manifestados em várias partes e vão muito além da dor no peito e da falta de ar”, alerta.

O médico pontua que as doenças cardiovasculares são tidas como silenciosas, mas que uma percepção mais aguçada do próprio corpo e uma rotina de cuidados médicos podem fazer com que sinais sutis sejam notados. Ele relembra que o cuidado com a saúde do coração deve ser preventiva, considerando os sintomas, por menores que sejam, para que o órgão possa executar, com eficácia, seu trabalho de levar sangue e nutrientes para todo o organismo.

 

 

Além de doenças pulmonares, a substância é prejudicial ao coração 
Celebrado em 31 de maio, o Dia Mundial Sem Tabaco foi criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. Na data, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e demais Estados se reúnem e executam campanhas de alerta para toda a população.

 

De acordo com a OMS, 8 milhões de pessoas morrem anualmente pelo tabagismo; destas, 1,2 milhões são vítimas de fumo passivo. O uso de tabaco é associado a diversos tipos de câncer, além de causar problemas pulmonares e ser também um dos maiores inimigos para a saúde do coração.

Conforme pontua o cardiologista hemodinamicista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Evandro Osterne, as consequências e ações negativas do tabaco na saúde são de conhecimento público. Contudo, na parte cardiovascular, o uso da substância pode diminuir a produção do óxido nítrico, que é uma substância protetora tanto para os vasos sanguíneos quanto para o coração.

“A substância encontrada nos derivados do tabaco, age diretamente no aumento da contração dos vasos sanguíneos, o que acelera a frequência cardíaca e aumenta a pressão arterial. É importante ressaltar que alguns efeitos do fumo no organismo são irreversíveis. Quem faz uso do cigarro, por exemplo, pode vir a ter além das doenças pulmonares, as cardiovasculares como o Infarto Agudo do Miocárdio; Acidente Vascular Cerebral (AVC); Arritmias Cardíacas, entre outras”, explica.

Tratamento Multidisciplinar é um caminho

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o tabagismo deve ser considerado uma pandemia, ou seja, uma epidemia generalizada, e como tal precisa ser combatida. Contudo, o cardiologista Evandro Osterne lembra que parar de fumar sozinho não é tarefa fácil porque o cigarro causa tanto a dependência química quanto a psicológica. Nesse sentido, estudos apontam que a abordagem multidisciplinar com os pacientes que buscam abandonar o vício é o método mais eficiente. O profissional defende a prática e diz que é fundamental o apoio diversificado em todo o tratamento.

“O fator psicológico tem grande peso na resolução do problema. Neste sentido e tendo em vista o momento atual, o coronavírus adicionou com certeza bastante dificuldade ao equilíbrio emocional das pessoas, fator fundamental para a decisão de parar de fumar e manutenção desta atitude pois a solidão pesa bastante no isolamento social, quase sempre necessário”, lembra o cardiologista.

Por este motivo, o acolhimento familiar e o atendimento multidisciplinar, seja ele presencial ou não, adquirem importância fundamental. Para a psicóloga, também do corpo clínico do ICTCor, Marianna Cruz, o tratamento multidisciplinar segue uma estratégia que visa atender de forma simultânea, ou seja, o paciente segue as orientações de cada profissional para atender às diversas demandas em todos os aspectos do ser humano.

Nesse tipo de tratamento é muito comum, e necessário, que o paciente seja acompanhado por diversos profissionais, de diversas especialidades, para o próprio paciente criar uma rede de apoio social para seu tratamento. A psicóloga esclarece que além da importância do acolhimento dessas pessoas que buscam ajuda, o desenvolver do tratamento depende também da sua abertura para receber o que cada abordagem tem a agregar no tratamento contra o tabagismo, e principalmente, o paciente precisa se responsabilizar por todo o processo.

“Todas as áreas possuem sua contribuição, e podem trazer diversos benefícios, contudo, o mais importante em todo esse processo é o sentido que o paciente dá para esse desafio que ele estabelece para ele mesmo”, pontua a profissional.

Marianna alerta que é preciso ter cautela para não fazer julgamentos e generalizar aspectos subjetivos do ser humano, no entanto, todo momento de grandes mudanças e desafios exigem uma demanda emocional de conexão pessoal e administração das emoções. Para a psicóloga, o isolamento social se reflete de formas diferentes nas pessoas. Há quem aproveite o momento para focar no autocuidado, seja com exercícios físicos, atenção à alimentação, estudos, cuidado com a espiritualidade e investimento na saúde emocional, enquanto outras pessoas focam em momentos de lazer e relaxamento, muitas vezes acompanhados por hábitos nocivos, com o objetivo de esquecer os problemas e preocupações. De acordo com Marianna Cruz, o mais importante é estar atento e consciente com os reais objetivos de vida para que as escolhas sejam coerentes.<br!></br!>
“Cultivar hábitos de autocuidado, em diversos aspectos do ser humano, é essencial nesse processo, inclusive de fortalecimento emocional. Contudo, a pessoa precisa compreender que ter uma ajuda profissional pode vir a ser necessária, principalmente em casos em que a pessoa não consegue ter esta autogestão sozinha. É fundamental que as pessoas também busquem e invistam em seu desenvolvimento pessoal, o que engloba a satisfação em seus relacionamentos interpessoais, autoconhecimento, autoestima, e a melhoria da administração das suas emoções. Por isso, principalmente neste momento em que vivemos de pandemia, a psicoterapia é extremamente indicada”, destaca.

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No Dia Mundial da Atividade Física, especialistas garantem que a prática de exercícios não só previne problemas, mas também ajuda pessoas com cardiopatias

Em todo o globo, o dia 6 de abril é marcado como o Dia Mundial da Atividade Física. A data serve para conscientizar as pessoas dos benefícios de movimentar o corpo, que vão além da aparência física. É sabido por muitos que praticar exercícios físicos aumenta a disposição, diminui a ansiedade, fortalece a imunidade e faz bem ao coração, evitando futuras doenças cardiovasculares.
Mas porque isso acontece? De acordo com o cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Dr. Thomas Osterne, é por conta da melhora da circulação sanguínea. Isso se dá por meio da otimização da função das células endoteliais, que formam a camada que reveste a parede interna dos vasos que irrigam o corpo como um todo. “Praticar exercícios aumenta a capacidade de vascularização no organismo. Com um fluxo de sangue correto, o coração funciona melhor, fica mais resistente a esforços e estresse e os riscos de comprometimento às artérias diminuem”, explica o profissional.

Exercícios e cardiopatas

As atividades físicas são recomendadas também para quem já teve alguma doença cardiorrespiratória. De acordo com Dr. Candido Gomes, cirurgião cardiovascular do ICTCor, é ainda mais importante para elas. “Os exercícios interferem diretamente nos fatores de risco modificáveis, como hipertensão, colesterol e diabetes”, garante. “Até para pessoas que já passaram por intervenções, como angioplastia, é fundamental se movimentar. A melhora do fluxo sanguíneo faz manutenção da saúde arterial destes pacientes”, complementa.

Além disso, a prática frequente de exercícios físicos auxilia no ganho de capacidade cardiovascular. “O fato do paciente ter uma resistência e força muscular maior, ajuda muito na recuperação de uma doença cardiovascular, e também na prevenção de outras”, justifica o médico. Para melhorar a circulação e a capacidade cardiovascular, os exercícios mais recomendados são os aeróbicos, como caminhada, bicicleta e corrida, sendo a musculação uma boa opção para complementar.

Porém vale lembrar que as pessoas que têm alguma questão cardíaca devem, obrigatoriamente, procurar um médico antes de começar a praticar exercícios e somente fazê-los de acordo com as recomendações do profissional. “Cada caso é um caso e tudo deve ser feito de forma individualizada, como indicação do tipo de exercício, do tempo de prática e até mesmo da frequência cardíaca que se deve manter. Nessa hora, medidores de frequência cardíaca são essenciais”, finaliza.

E com marcapasso?

Pessoas com arritmia que façam uso de marcapasso cardíaco também não estão proibidos de fazer atividades físicas. “O marcapasso por si só não impede ninguém de fazer exercícios, a não ser que, além do dispositivo, o paciente tenha alguma patologia cardíaca limitante. Porém é sempre bom evitar grandes esforços com o músculo peitoral, onde o sistema é implantado, e fazer tudo com prescrição médica”, explica Dr. Cândido.
Para os portadores de marcapasso também não são recomendados os esportes de contato. “Não é indicado que os pacientes joguem futebol, basquete, lutas, entre outros. Tirando isso, é mais tranquilo. Tenho, inclusive, pacientes que têm marcapasso que são alpinistas e ciclistas e vivem super bem”, finaliza o cirurgião.

Instituto do Coração de Taguatinga

Doenças Coronarianas…

No Brasil, comemora-se anualmente o Dia da Saúde e da Nutrição no dia 31 de março, para marcar a importância da manutenção diária da saúde por meio de bons hábitos alimentares e de vida. Porém muita gente ainda não tem o devido conhecimento de como o fato de se alimentar mal pode interferir diretamente não só na aparência física, mas também na saúde de uma forma geral e, principalmente, do coração.

Um dos principais riscos que a má alimentação traz ao órgão é o aumento das chances de se adquirir doenças coronarianas. De acordo com o cardiologista do Instituto do Coração de Taguatinga (ICTCor), Dr. Bruno Jardim, tratam-se de doenças ou danos que acometem os principais vasos sanguíneos do coração. “Quando há depósito de gordura nas artérias coronárias, o fluxo sanguíneo que é bombeado para o coração é interrompido”, explica.

Ainda segundo o médico, esta interrupção é problemática, pois pode causar problemas como insuficiência cardíaca, arritmias, e até mesmo levar à morte. “Uma irrigação inadequada de sangue no coração pode provocar a morte do tecido e, consequentemente, um infarto do miocárdio”, adverte. Os sintomas mais comuns nestes casos são dores no peito, falta de ar, inchaços nos pés.

Como tratar?

Os tratamentos deste tipo de doença variam de acordo com a gravidade, podendo ser desde mudanças de hábitos até os procedimentos um pouco mais invasivos. “Em alguns casos mais brandos, a simples mudança alimentar e a introdução de exercícios físicos podem ajudar. Mas, às vezes, é necessário lançar mão de medicamentos ou mesmo de intervenções como a angioplastia e o cateterismo, que desobstruem as artérias cirurgicamente”, pontua o cardiologista.

Além disso, o médico alerta que os pacientes devem estar atentos para o risco de ter novos problemas após passarem pelos tratamentos e procedimentos. “Os bons hábitos devem ser extendidos por toda a vida. Até porque, o fato de uma pessoa já ter desobstruído as artérias, seja por tratamento medicamentoso ou por intervenções, não quer dizer que o problema não possa voltar. A prevenção é sempre o melhor remédio”, finaliza.

Melhor do que remediar

Como tudo na vida é melhor prevenir do que remediar, cuidar da alimentação deveria, de acordo com o nutricionista Daniel Novais, ser prioridade na vida de todas as pessoas. Não só para fins estéticos, mas principalmente como um investimento para a saúde a longo prazo. “É necessário ter essa consciência, porque o que nós comemos dita diretamente como será nossa saúde daqui uns anos”, declara.

Para evitar doenças como colesterol alto, diabetes, hipertensão e obesidade, alimentos com altos níveis de gordura e açúcar devem ser consumidos com muita parcimônia. “Frituras, industrializados, itens com alta concentração de açúcar e de gorduras saturadas são um verdadeiro veneno para a saúde”, adverte Daniel. “Uma alimentação rica em fibras, gorduras boas como as das castanhas e proteínas animais magras, e nutrientes encontrados em legumes e verduras, associadas a exercícios físicos, garantem um futuro mais saudável”, finaliza.

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